terça-feira, 11 de maio de 2021

Henrique para o Cidadania é especulação, mas afirma que ele tem amplas chances de ser deputado federal





O presidente regional do Cidadania, ex-deputado estadual Wober Júnior, disse que no âmbito da legenda que comanda não há qualquer entendimento voltado para o ingresso do ex-ministro e ex-deputado federal Henrique Alves (MDB) no partido. Embora destaque que há uma amizade decana entre ele e o ex-parlamentar federal, Wober deixa claro que o assunto não foi sequer cogitado. Alves, na opinião de alguns analistas políticos, surge nas eleições de 2022 como um potencial candidato a deputado federal, embora no MDB, sob a liderança do deputado Walter Alves, esse seu eventual projeto político seja alvo de veto.

“Não fui procurado, nem procurei Henrique Alves para tratar de qualquer assunto que envolva a vinda dele para o Cidadania. O que há, nessa fase pré-eleitoral, são muitas conjecturas e especulações. Da mesma forma que se especula a ida de Henrique para o Cidadania, há também quem comente que ele poderá se filiar ao PT ou ao PCdoB. Não posso falar sobre os outros partidos, mas no Cidadania não houve esse entendimento”.

Mas….



Há quem aposte que se Henrique Alves for candidato a deputado federal, será eleito com certa facilidade, com apoio de prefeitos que confirmam em conversas reservadas que sentem falta da sua presença em Brasília, onde, com prestígio e trânsito livre nos escalões do poder, abria portas e resolvia problemas dos municípios potiguares.

O próprio Wober Junior acredita que Alves tem todas as condições de se eleger deputado federal, por todo trabalho e volume de recursos que já destinou para o Rio Grande do Norte ao longo de seus mandatos e como ministro de Estado. ” Ele tem folha de serviço prestado ao Rio Grande do Norte para isso, e ainda exerce destacada liderança política. Tem história e trabalho, e isso ninguém pode lhe tirar”, avalia Wober

Vale lembrar que, embora ainda enfrente alguns processos na justiça, Henrique Alves não é inelegível. Não tem condenação em segunda instância e é livre para ser votado e votar.





Fonte: Blog do Flávio Marinho

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