segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

O Cristão e Maçonaria Parte II - Por Anderson Kleyton


PARTE II
As origens da maçonaria.

Iniciamos esta série de artigos apresentando um pouco do que é a maçonaria, como surge o convite para ser maçom, e qual é a base dos estudos maçônicos.
Nessa segunda parte estaremos falando sobre as origens da maçonaria e o seu paralelo bíblico.

Como sempre dizemos; o objetivo deste artigo é trazer luz ao assunto e incentivar o estudo, já que em nossas igrejas esse tema é pouco abordado. Mesmo que muitos não saibam, a igreja evangélica brasileira é fortemente influenciada pela maçonaria, e muitas denominações utilizam elementos tanto da simbologia, quanto da liturgia e doutrina maçônica.
O problema é que a maioria dos membros das igrejas não conseguem identificar que alguns de seus líderes e irmãos da igreja pertencem a maçonaria.

Quando somos convidados a ir pela primeira vez à um lugar, não nos ocupamos em saber muito sobre este lugar.
No caso de ser convidado para ir a uma loja maçônica, independente de quem o convide, sugiro que investigue cautelosamente as origens do lugar.
Não do prédio em sí, o templo, e sim, a ideologia do lugar. 


A ORIGEM.
Sobre as origens da maçonaria o que há de consenso é que não existe uma única origem, em um único tempo e lugar, mas, ao longo de muitos anos, antigos conceitos da cultura egípcia, foram sendo agregados a outros conhecimentos místicos, ocultos e esotéricos e a soma disso foi o surgimento do que, no século XVII, passou a ser chamada de CORPORAÇÃO DOS PEDREIROS LIVRES (Franc Maçonnerie. Francês/Freemasonry. Inglês).
A palavra maçom quer dizer PEDREIRO.
Maçonaria é a prática dos rituais, e a aplicação cotidiana dos estudos realizados pelos “PEDREIROS LIVRES” a fim de alcançarem o mais elevado grau da excelência humana.
(Só Jesus pode transformar o homem e fazê-lo chegar a excelência!).

Muitas, e controversas histórias nos remetem a possível origem da maçonaria, porém, vamos nos manter as que nos levam ao Egito antigo, sua cultura, religião, e o paralelismo bíblico desse contexto.
A lenda de Osíris, Isis e Hórus, as pirâmides, a veneração aos astros (adoração), entre outros rituais são ainda hoje, as jóias da doutrina maçonica moderna.
Ragon, um importante maçom do século xx, escreveu várias dissertações sobre a origem egípcia da maçonaria. (Livre pesquisa).

Sabendo um pouco da origem egípcia da maçonaria e sua ligação intrínseca com rituais místicos e pagãos, fica claro o antagonismo entre Deus, o Deus da bíblia, e a maçonaria, pois, Deus sempre foi contra o Egito e todo o seu paganismo (Salvo, algumas exceções descritas no livro de Gênesis).


Pelo relato da Bíblia, compreendemos, que muitos de seus personagens foram contemporâneos a data em que muitos alegam ter surgido a maçonaria.
É interessante também, saber que o povo hebreu (Povo de Deus), teve seu início como povo constituído, dentro Egito, e isso indica, que não existe no mundo um outro livro que faça um paralelismo tão pleno com as origens da maçonaria.
Diz-se, que os maçons, são na verdade, os herdeiros dos mistérios e segredos dos antigos egípcios.
No entanto, se Deus aprovasse o que se fazia (faz) no Egito, provavelmente Deus nem tiraria seu povo de lá. (Êxodo 3:10)
E o texto bíblico quando faz referência ao Egito é bem claro: Deus condena o Egito e suas práticas místicas, pagãs e esotéricas!
(Levitico 26:45. Números 20:15. Ezequiel 29:12. Isaías 36:9. 1 Samuel 8:8)
Se a maçonaria tem origens no Egito com todo o seu paganismo, o Deus da bíblia jamais, jamais aprovará a maçonaria!

Por Anderson Kleyton

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