
Foto: Comunicação AD Belém
O pastor Osiel Gomes, conhecido comentarista da CPAD e voz influente nas Assembleias de Deus, fez uma pregação que viralizou nas redes sociais neste domingo (5). Em sua fala, ele criticou duramente igrejas que têm aberto as portas de seus templos para transmitir jogos de futebol — especialmente durante a Copa do Mundo — e alertou para o que chamou de perda da sacralidade do espaço eclesiástico.
“Igreja que não ora, que não jejua, que o ambiente dela não é espiritual. As escolas dominicais dela é só para debate teológico. Igreja que não ora e nem jejua, a missão dela é só para se amostrar, tirando foto e entregando cesta básica para dizer que tá fazendo missões.”
“Igreja que não ora e não jejua, ela só termina em festa”
O pastor iniciou sua mensagem fazendo um diagnóstico do momento atual da igreja evangélica brasileira. Para ele, a falta de oração e jejum tem levado muitas congregações a substituir a espiritualidade por entretenimento.
“Hoje, em uma época marcada pelo pluralismo religioso, materialismo, naturalismo, ceticismo, aí a igreja nem ora e nem jejua. Igreja que não ora e nem jejua, ela só termina em festa.”
A crítica se estendeu às igrejas que, segundo ele, usam o trabalho missionário como vitrine:
“A missão dela é só para se amostrar, tirando foto e entregando cesta básica para dizer que tá fazendo missões.”
A polêmica: jogo na igreja
O ápice da pregação foi quando Osiel Gomes abordou a polêmica sobre igrejas que abrem os templos para transmitir jogos de futebol. Ele foi enfático:
“Se você tá dentro da sua casa, ligou a televisão, você pode assistir um jogo? Sim ou não? Você pode assistir, eu não tenho nada a ver com tua vida, não. Eu não vou perder tempo. Agora, um pastor que na verdade abre a igreja dele, abre a casa de Deus para botar jogo, para botar muitos jogadores que não têm temor de Deus, que são corruptos, que são imorais, que têm várias mulheres, aí você abre a porta da igreja para um corredor de calção, você botar num telão… Sabe o que é isso aí? É igreja que não ora e não jejua.”
O pastor rebateu antecipadamente o argumento de que “igreja não é o templo”:
“Qualquer pastor que anda dizendo: ‘Igreja não é templo’. Quem é que não sabe disso? Nós sabemos que a igreja não é tijolo. Nós sabemos que a igreja não é espaço físico. Mas nós sabemos que a igreja em um espaço físico, ela tem um ambiente espiritual. Ela tem o lado dela da sacralidade e não do sacrilégio.”
A referência a Belsazar: “Coisas sagradas”
Para fundamentar sua posição, Osiel Gomes recorreu à história de Belsazar, o rei babilônico que profanou os utensílios sagrados do templo de Jerusalém, conforme registrado no livro de Daniel, capítulo 5.
“Jerusalém era o povo de Deus. Mas quando o Belsazar pegou o copo, Deus podia dizer: ‘Era simplesmente um copo’. Era um copo. E eu pergunto, tinha alguém lá da Babilônia para mexer com isso? Não, foi o próprio rei. Mas Daniel diz: ‘Você mexeu nas coisas sagradas’. Tem coisa que é sagrada, rapaz, é o respeito.”
A referência bíblica serviu para ilustrar que, mesmo que o objeto em si seja “apenas um copo”, o ato de profanar o que foi separado para Deus tem consequências espirituais.
“Igreja que ora e jejua tem ardor missionário”
O pastor concluiu sua fala contrastando as duas realidades:
“Porque a igreja que ora e jejua, ela tem o ardor missionário. Ela quer correr atrás das almas. Ela tem busca pela santidade. Ela tem temor de Deus.”
E desafiou aqueles que chamam sua posição de “radical”:
“Aí quando a gente vai falar, diz que é radical, irmão. Cada coisa no seu lugar, rapaz.”
O pastor Osiel Gomes, conhecido comentarista da CPAD e voz influente nas Assembleias de Deus, fez uma pregação que viralizou nas redes sociais neste domingo (5). Em sua fala, ele criticou duramente igrejas que têm aberto as portas de seus templos para transmitir jogos de futebol — especialmente durante a Copa do Mundo — e alertou para o que chamou de perda da sacralidade do espaço eclesiástico.
“Igreja que não ora, que não jejua, que o ambiente dela não é espiritual. As escolas dominicais dela é só para debate teológico. Igreja que não ora e nem jejua, a missão dela é só para se amostrar, tirando foto e entregando cesta básica para dizer que tá fazendo missões.”
“Igreja que não ora e não jejua, ela só termina em festa”
O pastor iniciou sua mensagem fazendo um diagnóstico do momento atual da igreja evangélica brasileira. Para ele, a falta de oração e jejum tem levado muitas congregações a substituir a espiritualidade por entretenimento.
“Hoje, em uma época marcada pelo pluralismo religioso, materialismo, naturalismo, ceticismo, aí a igreja nem ora e nem jejua. Igreja que não ora e nem jejua, ela só termina em festa.”
A crítica se estendeu às igrejas que, segundo ele, usam o trabalho missionário como vitrine:
“A missão dela é só para se amostrar, tirando foto e entregando cesta básica para dizer que tá fazendo missões.”
A polêmica: jogo na igreja
O ápice da pregação foi quando Osiel Gomes abordou a polêmica sobre igrejas que abrem os templos para transmitir jogos de futebol. Ele foi enfático:
“Se você tá dentro da sua casa, ligou a televisão, você pode assistir um jogo? Sim ou não? Você pode assistir, eu não tenho nada a ver com tua vida, não. Eu não vou perder tempo. Agora, um pastor que na verdade abre a igreja dele, abre a casa de Deus para botar jogo, para botar muitos jogadores que não têm temor de Deus, que são corruptos, que são imorais, que têm várias mulheres, aí você abre a porta da igreja para um corredor de calção, você botar num telão… Sabe o que é isso aí? É igreja que não ora e não jejua.”
O pastor rebateu antecipadamente o argumento de que “igreja não é o templo”:
“Qualquer pastor que anda dizendo: ‘Igreja não é templo’. Quem é que não sabe disso? Nós sabemos que a igreja não é tijolo. Nós sabemos que a igreja não é espaço físico. Mas nós sabemos que a igreja em um espaço físico, ela tem um ambiente espiritual. Ela tem o lado dela da sacralidade e não do sacrilégio.”
A referência a Belsazar: “Coisas sagradas”
Para fundamentar sua posição, Osiel Gomes recorreu à história de Belsazar, o rei babilônico que profanou os utensílios sagrados do templo de Jerusalém, conforme registrado no livro de Daniel, capítulo 5.
“Jerusalém era o povo de Deus. Mas quando o Belsazar pegou o copo, Deus podia dizer: ‘Era simplesmente um copo’. Era um copo. E eu pergunto, tinha alguém lá da Babilônia para mexer com isso? Não, foi o próprio rei. Mas Daniel diz: ‘Você mexeu nas coisas sagradas’. Tem coisa que é sagrada, rapaz, é o respeito.”
A referência bíblica serviu para ilustrar que, mesmo que o objeto em si seja “apenas um copo”, o ato de profanar o que foi separado para Deus tem consequências espirituais.
“Igreja que ora e jejua tem ardor missionário”
O pastor concluiu sua fala contrastando as duas realidades:
“Porque a igreja que ora e jejua, ela tem o ardor missionário. Ela quer correr atrás das almas. Ela tem busca pela santidade. Ela tem temor de Deus.”
E desafiou aqueles que chamam sua posição de “radical”:
“Aí quando a gente vai falar, diz que é radical, irmão. Cada coisa no seu lugar, rapaz.”
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