A movimentação reforça o processo de reorganização da sigla no Rio Grande do Norte e sinaliza uma estratégia clara de fortalecimento da nominata proporcional.
Um dos pontos que mais chama atenção é que a chapa do MDB para a Assembleia Legislativa não contará com nenhum político atualmente detentor de mandato. A aposta do partido é justamente renovar os quadros e apresentar nomes competitivos com densidade eleitoral própria.
A projeção inicial dentro da legenda é ambiciosa: o objetivo é conquistar, no mínimo, três cadeiras na Assembleia Legislativa. A avaliação interna é de que, com uma nominata equilibrada e nomes com recall eleitoral, o partido tem condições reais de atingir a meta e voltar a ter protagonismo no Legislativo estadual.
Nos bastidores, aliados avaliam que a possível candidatura de Carlos Eduardo pode servir como âncora eleitoral, ajudando a puxar votos e fortalecendo o desempenho coletivo da chapa
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