Rafael Satiê falou ao Pleno.NewsA máxima de que política e religião não devem se misturar é uma mentira do diabo. É o que afirma Rafael Satiê, vereador eleito pelo Rio de Janeiro e colunista de política do Pleno.News.
A declaração foi dada durante a pré-estreia do filme A Redenção no Rio de Janeiro, nesta terça-feira (10). O filme conta a história real de Dietrich Bonhoeffer, um homem dentro da igreja que decidiu que a coragem política era um ato de fé e não permaneceu em silêncio diante do mal causado pelo nazismo.
A máxima de que política e religião não devem se misturar é uma mentira do diabo. É o que afirma Rafael Satiê, vereador eleito pelo Rio de Janeiro e colunista de política do Pleno.News.
A declaração foi dada durante a pré-estreia do filme A Redenção no Rio de Janeiro, nesta terça-feira (10). O filme conta a história real de Dietrich Bonhoeffer, um homem dentro da igreja que decidiu que a coragem política era um ato de fé e não permaneceu em silêncio diante do mal causado pelo nazismo.
Com base no tema do longa, a equipe do Pleno.News questionou ao colunista se a Igreja e a política se convergem em algum ponto, ou se deveriam. Para ele, a mentira é não somente é do diabo, como dos progressistas.
– A Igreja e a política andam juntas e caminham juntas. É uma invenção do diabo e é uma invenção dos progressistas que política e religião não se misturam. Muito pelo contrário, a gente vai ver de Gênesis a Apocalipse a junção política com o Reino, a política com o cristianismo, e a politica com religião – elucidou.
– Desde as mais “clichês” como o José do Egito, até os mais complexos como o José de Arimateia – continuou.
Satiê pontuou que José de Arimateia intercedeu e articulou politicamente junto a Pilatos, governador da Judeia, para que Jesus tivesse um sepultamento digno.
– Se não fosse uma articulação política, talvez aquela cena não existiria… a cena icônica do anjo sentado sobre a pedra questionando à mulher “por que procura entre os mortos aquele que vive?” – disse.
O vereador eleito enfatiza que é extremamente importante os cristãos ocuparem os espaços culturais.
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