Bolsonaro visita a igreja de Silas Malafaia, dois dias depois de ser eleito presidente do Brasil


Um eleitor está processando o pastor Silas Malafaia após receber uma carta em que o religioso pede votos para o presidente Jair Bolsonaro, o governador do Rio Cláudio Castro, o senador Romário e para seu irmão e deputado estadual, Samuel Malafaia. Todos são do PL e concorrem à reeleição nos cargos.

No envelope, enviado à residência do eleitor em Paracambi, no Rio, estava escrito “Perigo. Depois de ler, se quiser pode rasgar”. Dentro, Malafaia insere a mensagem em que pede votos e alerta que “nosso país está em perigo”. Há também o compartilhamento de imagens de santinhos.

Em petição ao Tribunal de Justiça do Rio, o eleitor pede indenização de R$ 10 mil. Ele alega que sua privacidade foi violada com o acesso a dados pessoais não autorizados. As informações são do blog do Ancelmo Gois, de O Globo.

Discordância

Na semana passada, Malafaia voltou a criticar o PT e disse que Bolsonaro “não é candidato a Deus”. A declaração foi feita após o partido do ex-presidente Lula impulsionar uma montagem contrapondo uma gravação antiga de Malafaia – contra o armamento – com declarações entusiasmadas de Bolsonaro sobre o tema.

“Essa petralhada não tem vergonha na cara”, diz ele, que também define petistas como “um bando de otários”. “Rapaz, vocês são muito medíocres. Continuo contra armas. Anote: eu apoio Bolsonaro. Ele não é candidato a Deus. Não concordo com tudo, sou um ser inteligente, que penso. Até para discordar.”


Ele diz ainda que resgatar a discordância com Bolsonaro sobre o armamento “não influencia o voto evangélico” e termina afirmando que “o povo vai dizer não a esses corruptos no dia 2 de outubro”.

Fonte: Yahoo Notícias

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