O União Brasil do Rio Grande do Norte oficializou a candidatura de Ivan Júnior como vice-governador na chapa majoritária com o pré-candidato do Solidariedade ao governo do Estado Fábio Dantas, na noite desta quinta-feira 28, durante a convenção partidária da legenda, que homologou as nominatas para deputados federal e estadual. O pré-candidato à Presidência da República pelo partido, Luciano Bivar, esteve presente ao evento e confirmou, junto ao presidente estadual do partido, José Agripino Maia, que cada indicação feita pela agremiação potiguar foi muito bem pensada e discutida entre seus integrantes.

“As coisas no partido foram muito bem partilhadas com os membros do partido. A definição da indicação a vice, que nos foi solicitada pelo nosso candidato Fábio Dantas, foi uma coisa maturada, discutida e votada. Tudo aquilo que é combinado não é caro, pelo contrário, dá certo. Estamos com uma participação na chapa majoritária que nos honra, fizemos a indicação oficial no candidato a vice e homologamos nossos nove candidatos à Câmara Federal e nossos 25 à Assembleia Legislativa”, afirmou Agripino.

Segundo ele, a nominata para deputados federais é intensa e equilibrada, com nomes muito influentes na política potiguar. “Temos três nomes muito fortes e seis nomes fortes, distribuídos geograficamente por todas as regiões do Estado. Poucas vezes se montou uma nominata com tanto critério e tanta distribuição quantitativa de votos. Não foi uma coisa improvisada, foi feita ao longo de um ano inteiro, em diálogos com segmentos da sociedade, trazendo essas pessoas para o nosso convívio político. Por isso, acredito que vamos para a eleição com fortes chances de eleger dois ou três deputados federais”, defendeu.

José Agripino disse confiar no projeto político-administrativo proposto por Fábio Dantas ao Rio Grande do Norte e que, por este motivo, o União Brasil decidiu emprestar o nome de Ivan Júnior para candidato a vice em sua chapa majoritária. “É por entender que ele, dentre todos os candidatos, tem a proposta mais moderna. É preciso sacolejar esse Estado, colocar ele em marcha. Só ficar em pagar salário não dá. Claro que isso é importante e é obrigação, mas tem outras coisas importantes”, disse.

E cobrou novas formas de investimentos financeiros para movimentar a economia e fomentar o crescimento e o desenvolvimento econômico do Rio Grande do Norte, que, segundo sua visão, é extremamente urgente. “A situação de falência do Estado é por incapacidade de movimentar a economia, de criar agentes econômicos, novas fontes de receitas, conseguir investimentos externos ou empréstimos. Não existe nada. O Estado está entregue à própria sorte. É a repetição do óbvio, que não vai levar o Estado a lugar nenhum, pelo contrário, vamos ficar cada vez mais distantes da Paraíba, Ceará, Piauí”, criticou.

Agripino afirmou que Fábio Dantas é idealista e tem coragem para ousar, assim como ele teve quando governou o Rio Grande do Norte, no início da década de 1990. “Não se faz omeletes sem quebrar ovos. Quando fui governador em 1991, o Estado estava quebrado, tive que demitir um monte de gente e fechar secretarias. Perdi toda a popularidade que tinha. Mas, tomei a decisão: ou conserto o Estado ou faleço, como homem público. E assim, fiz. Recuperei a economia e o RN foi colocado em marcha de novo”, garantiu.

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