O ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT), garante que conta com o apoio de 100% do PT no Rio Grande do Norte para a sua pré-candidatura ao Senado. A declaração do pedetista está publicada no jornal Agora RN desta quinta-feira (14). E o ex-gestor foi ainda mais além. Segundo Carlos, o PSB foi consultado sobre a possibilidade de aliança entre PT e PDT no Estado e na oportunidade não colocou o nome de Rafael Motta na disputa. 


"O PSB foi consultado, acompanhou tudo. Depois, indicou uma candidatura, aliás, o ‘candidato’ disse que era candidato. Por que que não disse lá atrás, no processo? A governadora se surpreendeu quando ele (Rafael Motta) saiu candidato. Ainda tentou dialogar com ele e disse: ‘você, depois de tudo consumado, aparece candidato? Por que não disse lá atrás?’. Aí, ele veio e disse que era porque tinha visto que o povo não queria votar nem em Rogério, nem em Carlos Eduardo. Ao que a governadora respondeu: ‘não é verdade, porque tenho pesquisas, estou acompanhando isso'".


Carlos Eduardo assegurou que Lula não terá dois palanques no Rio Grande do Norte.“A governadora tem o candidato ao Senado que é Carlos Eduardo Alves e ninguém tem nenhuma dúvida disso. Estou com o apoio de 100% do PT, a governadora tem sido corretíssima, os candidatos do PT e os que já tem mandato estão sendo corretíssimos comigo”, disse, destacando que a aliança política entre o PT e o PDT, além de ter a benção de Lula, conta com o apoio dos diretórios municipais e lideranças petistas do Rio Grande do Norte.


“Aonde vou, em qualquer município onde existe o PT, me recebem muito bem, prestam solidariedade à minha candidatura, assim como à governadora Fátima Bezerra e ao presidente Lula. Fui a mais de 90 municípios do Estado e sou muito bem apoiado por eles. Lula apoia a decisão do PT no RN. E quem conduziu isso? Foi a governadora Fátima Bezerra. Como ela conduziu? Com o apoio de todo o PT e os partidos aliados, então o presidente Lula convalidou a chapa. Ele ainda trabalhou para que Jean Paul Prates fosse o nosso primeiro suplente de senador”, ressaltou.


Segundo Carlos Eduardo, a partir do entendimento, a governadora passou a consultar todos os partidos que fazem parte da aliança político-eleitoral e que não houve nenhuma candidatura nesse percurso que reivindicasse o espaço. “A não ser Jean Paul Prates, que já era senador e almejava, legitimamente, ser candidato à reeleição. Fora daí, não apareceu nenhum candidato, ninguém foi até ela, nenhum partido ou parlamentar, incluindo-se Rafael Motta, que foi até ela para dizer que eu sou candidato. Não, ninguém foi”, afirmou.


Com informações do Agora RN


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