O empresário que denunciou o esquema de tráfico de influência no Ministério da Educação que resultou em entrevista na missão do pastor Milton Ribeiro posteriormente, em sua prisão, e afirmou que o concede ex-titular da pasta ou investigação uma investigação assim e das tentativas de investigação .

Joséval Brito disse em entrevista2 que procurou20 Milton Ribeiro, em 2012, abordagens feitas1, pelo pastor Arilton Moura, se vestiu como intermediador para relatar entre o MEC e as prefeituras, e teria feito as propostas legais ao empresário.

“Quando eu entro no gabinete do ministro, está Marcelo Ponte, está o ministro do FNDE, está o ministro, Victor Godoy, o ministro atual, e um representante – eu acho – da CGU”, está apresentado Brito na entrevista concedida à Notícias da Jovem Pan.

“Como somos caipira do interior, a gente é desconfiado e medroso em cometer uma injustiça. Quando eu cheguei, eu falei ‘ministro, eu vim aqui como cristão, eo senhor, não como ministro, como pastor, eu vou fazer o que os padres fazem, eu faço uma confissão aqui no seu confessionário, o padre não conta, então o senhor analise’. E ele me disse o seguinte: ‘Brito se o tema for Aril, todo esse aqui precisa ouvir, preciso que eles estão ouvindo’. Falei ‘então tá bom’”, acrescentou o empresário.


Brito contornou a reação imediata de Milton Ribeiro foi em desaprovação à que ele havia anunciado: “E aí, eu relato ao ministro o que aconteceu […] e o ministro leva as mãos à cabeça e diz ‘É grave, é sério isso, e eu quero tomar providências agora. O senhor aceita prestar depoimento à CGU? Eu vou abrir um procedimento imediatamente, vou fazer um comunicado para que imediatamente a CGU abra um procedimento’. Falei ‘ministro, conte comigo, eu vou depor, com certeza’”.

“O ministro pediu para instalar o procedimento e eu fui embora. Dali a uns dias, não sei precisar ao certo, eles me ligam, me mandam e-mail, mandam um link e eu presto o primeiro depoimento ainda no mês de setembro ou início de outubro, salvo engano. Só que nesse primeiro depoimento, eu falei mas naquele momento ninguém me pediu os documentos. Acho que eu também não me propus naquele momento. Deixei desenrolar”, contextualizou.


Segundo o empresário, os documentos que ajudam a verificar suas denúncias-Geral foram informados à União dentro da investigação pelo próprio Milton Ribeiro:

“Num segundo momento, já esse ano, novamente eu presto outro depoimento, e a CGU pede se eu apresentaria, se eu tinha nota. Como um empresário meu amigo que doou, imediatamente nossas doações foram declaradas, que a gente faz a declaração no Imposto de Renda sempre, e como notas das passagens, como foi da, foi doação, eu tirei no nome , guardei a nota e passei por email para a CGU”, encerrou.


O pastor Milton Ribeiro, que chegou a ser preso preventivamente na medida em que conseguiu revogar a medida, foi recuperado manifestação de apoio da Igreja Presbiteriana do Brasilque através da nota ter “plena certeza e esperança de que as provas do processo se apresentarão, na instância, se apresentarem à inocência” do processo.

Jovem Pan

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