Nome escolhido para representar o Psol nas eleições para o Senado Federal no Rio Grande do Norte, o pré-candidato Freitas Júnior disse que a perspectiva é que o partido lance, em breve, nominata com nove nomes para disputar a Câmara Federal e 20 para a Assembleia Legislativa do Estado, nesta sexta-feira 20. Ele declarou voto em Lula para a Presidência da República, falou da sua militância progressista de esquerda e elegeu os três principais pontos de sua proposta de mandato.



Sobre a escolha de seu nome, Freitas Júnior explicou que o primeiro a postular candidatura para o Senado pelo partido foi Gláucio Tavares, seguido pelo vereador de Natal Robério Paulino e, depois, ele próprio. “O Psol é um partido de tradição democrática, os nomes foram levados até a conferência, mas na véspera, Robério comunicou que havia desistido e ficamos só eu e Gláucio, disputando a indicação do partido. E o meu nome foi o escolhido. Ja conversei com Robério e Gláucio e o Psol segue unido para a disputa eleitoral”, disse.

E continuou, ao afirmar, “minha militância no campo progressista de esquerda é histórica, já tive duas candidaturas por um partido que hoje está federado com o Psol, ajudei a fundar a Psol no Estado e votei nele em todas as eleições, inclusive quando Robério não morava no RN. É normal ele defender o nome dele, porque representa a corrente que ele faz parte, dentro do partido. Com certeza, vamos fazer campanha junto, ele é pré-candidato a deputado estadual, junto com outros companheiros”, explicou.

O terceiro ponto é estabelecer a política de preço para combustíveis fósseis (derivados do petróleo) dentro do Brasil. “As subsidiárias da Petrobras foram vendidas a preço de banana e estamos vendo o resultado. O preço da gasolina cara, pesando no bolso do brasileiro. Toda hora que você vai no posto de combustível, é uma tristeza, e a BR Distribuidora, que era uma subsidiária da Petrobras, fez com que a gasolina ficasse mais cara. Então, temos que fazer com que a Petrobras desempenhe seu papel, que é uma empresa estratégica pela tecnologia e importância que tem no mundo, e precisamos devolvê-la ao povo brasileiro”, afirmou.


‘Sou única pré-candidatura coerente com a esquerda’, diz

Freitas Júnior falou sobre o atual cenário eleitoral no Rio Grande do Norte, com foco nas eleições para o Senado Federal. E defendeu que sua pré-candidatura será a única do Rio Grande do Norte realmente coerente com a esquerda.

“Carlos Eduardo, embora esteja coligação, não é do campo da esquerda, mas representa um projeto oligárquico que foi derrotado nas eleições de 2018, apoiou Bolsonaro no segundo turno, rodou o Estado como o candidato de Bolsonaro e, por mera conveniência, agora compõe com o PT. Qual é a garantia do eleitor de esquerda vai ter de que Carlos Eduardo, quando tiver com mandato, não vá apoiar um golpe contra Lula, Fátima ou a classe trabalhadora? Ele muda de opinião de acordo com a conveniência”, questionou.

Agora RN

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