Sou candidato a reeleição como deputado federal, mas sou um soldado de um grupo político que conta com vários partidos no Estado e que precisa ter um nome para evitarmos que esse desgoverno que existe atualmente no Rio Grande do Norte continue acontecendo. Pela Legislação Eleitoral nós temos até o final de julho para definirmos um nome para concorrer ao governo do Estado”, afirmou o deputado federal General Girão (PL), nesta terça-feira 12.

Ele disse ainda que, pela Legislação Eleitoral em vigor, a oposição ao governo Fátima Bezerra (PT) tem até o final do mês de julho para definir o nome do pré-candidato que concorrerá ao cargo de governador do Rio Grande do Norte, em entrevista à Rádio Jovem Pan News Natal.

Para o deputado, entre os políticos que compõem os quadros do Partido Liberal no Estado, o nome dele tem sido citado e falado como um possível candidato ao governo do Estado. No entanto, nesse momento, ele busca sua reeleição na Câmara Federal.

“Nós teremos um nome e se tiver que ser o meu nome, eu ficarei muito orgulhoso disso e digo mais uma vez: ‘não fujo de missão, acredito que a gente precisa sim fortalecer o Rio Grande do Norte, porque continuar do jeito que está é você pedir pelo amor de Deus”.

Na avaliação de Girão, talvez seja tarde para o grupo de oposição que ainda não encontrou um candidato ao governo do Estado e lamentou que essa escolha não está sendo feita por meio dos eleitores potiguares e sim pela classe política e empresarial do RN.

“Desde o ano passado, ouço dizendo assim: ‘não, esse nome tem que ser apresentado logo, chegou agosto, setembro, não pode demorar tanto’. Aí os nomes foram aparecendo, mas para você definir uma candidatura, tem, por exemplo, a democracia, que exige que a construção de uma candidatura tenha que ser feita, para que a escolha seja feita pelos eleitores, pelo povo”, disse.

E continuou: “Então, o nome da oposição deveria ser o que o povo escolhesse, e a gente acha que na democracia brasileira é o povo quem escolhe, mas é mentira, pois quem escolhe são a classes política e empresarial. Essas duas classes conversam ou se debatem e constroem um ou dois nomes, aí vão para o povo e o povo acha que escolhe. Mas, na verdade, os escolhidos foram feitos antes, mas tinha que ser o contrário e a população era que tinha de dizer e é assim que deveria ser aqui no Estado”, frisou.

Agora RN


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