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‘Coisa do capeta’ dispara pastor contra o Pokemon GO


Desde que foi lançado nos Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia no dia 5 de julho (primeiros países), o jogo Pokémon Go se tornou um fenômeno. No Brasil, ele foi lançado no dia 3 de agosto e de lá para cá tem dividido opiniões.
Existe quase uma polarização dos que amam e dos que odeiam o joguinho. No segundo caso, as críticas aumentaram na medida em que cresceu o número de crimes relacionados a tentativas de roubo de celulares de quem está distraído procurando as criaturinhas digitais. Os mais exaltados pedem até que o aplicativo seja proibido pela Justiça brasileira.
É o caso do pastor Francisco José, da Igreja Jesus Cristo é a Salvação Pentecostal, da cidade de Cajazeiras, que além de criticar a “alienação” dos usuários, vai além e afirma que o aplicativo é demoníaco. Ele deu até um ‘apelido’ para o jogo: Demonimon.
“Pokémon é um demônio. Isso é um aplicativo demoníaco. A Bíblia repreende esse tipo de coisa. Eu quero aconselhar às pessoas que não façam isso nas igrejas. Igreja é lugar de buscar Deus. Vá procurar a palavra de Deus no lugar do Pokémon”, enfatiza o religioso.
Sobrou até para aqueles que permitiram a ‘entrada’ do joguinho no país: “A pessoa que liberou isso é um louco. Vá liberar as coisas boas para a sociedade”, completa o pastor.
Como funciona
Pokémon Go é um game gratuito de smartphones que usa realidade aumentada e GPS para levar os monstrinhos da Nintendo para o mundo real. A dinâmica é mais ou menos a mesma dos outros jogos da série: caçar, capturar e treinar todos os 151 pokémons.
Com a função GPS, os jogadores são avisados de quando estiverem próximos à localização de algum monstrinho. O app então processa uma imagem virtual dos pokémons sobre o sinal obtido via câmera fotográfica dos aparelhos.

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