domingo, 5 de março de 2017

Polêmica:Pr. Altair Germano faz comentário sobre a CPAD e FAECAD nas redes socias


Por Altair Germano
CPAD e FAECAD: Para onde caminham?

A coerência com o que cremos deve nortear as nossas decisões e rumos.
Mas uma vez lamento pelo constrangimento causado pelo posicionamento de instituições ligadas à CGADB (Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil), que infelizmente estão trabalhando no sentido de desconstruir, relativizar ou enfraquecer os fundamentos teológicos e doutrinários das Assembleias de Deus no Brasil.
Chamo novamente a atenção dos líderes da denominação, e em especial da Mesa Diretora da CGADB, juntamente com os Conselhos e Comissões competentes para que estejam atentos ao que está acontecendo com a nossa CPAD (Casa Publicadora das Assembleias de Deus) e FAECAD (Faculdade Evangélica de Ciências e Tecnologia das Assembleias de Deus), ambas sediadas no Rio de Janeiro.
Através de nossa editora oficial e de nossa instituição acadêmica, portas estão sendo abertas, não para o saudável debate teológico, mas para a promoção de doutrinas e teologias que não se sustentam à luz das Sagradas Escrituras.
Coronelismo, farisaísmo, intolerância e castração do saber, são alguns dos termos empregados contra os que defendem os princípios doutrinários da nossa igreja.
Parece que a história não tem ensinado a alguns o que acontece com as igrejas quando através dos meios de difusão do saber flertam com modismos teológicos e ventos de doutrina.
No ano passado a CPAD abriu suas portas para predestinacionistas, cessacionistas e universalistas, causando constrangimento interno e externo ao ter que cancelar um evento.
O mesmo acontece agora com a FAECAD, ao marcar e ter que desmarcar uma Aula Magna com ênfase na promoção daquilo que é disseminado atualmente como Teologia da Missão Integral.
Acredito firmemente que a Mesa Diretora da CGADB, e os Conselhos de Educação, Doutrina e Apologética não compactuam ou aprovam tais posturas da CPAD e da FAECAD, pois do contrário seria o caso de se dar de uma vez por todas plena autonomia a estas instituições, desvinculando-as da denominação.
Como as questões aqui expostas são de conhecimento público e geral, apelo publicamente aos órgãos competentes da CGADB para uma ação urgente no sentido de apurar os fatos e tomar as medidas cabíveis e necessárias.
Crendo numa maior e melhor coerência denominacional, assim me pronuncio.

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