segunda-feira, 18 de abril de 2016

Série de livros com posfácio de Jean Wyllys faz apologia à homossexualidade na infância


O ativista gay e deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) assina o posfácio de uma série de livros que pretende disseminar a homossexualidade entre as crianças, e o trabalho do parlamentar, novamente, causou polêmica.
Os livros, da série intitulada “Amar Coletânea de Livres Infantis”, falam sobre “diversidade de gênero, respeito, tolerância e empatia”, tudo no contexto da promoção da homossexualidade.
Segundo informações do blog Página Cinco, no portal Uol, a série reúne entre os autores escritores e ilustradores, como Rosana Urbes, que já trabalhou nos Estúdios Disney, Mateus Rios, Thiago Minamisawa, Cris Elch, Bruno Castro, Marcia Misawa e Vinicius Cardoso.
Colocado como uma espécie de padrinho para o projeto, Jean Wyllys defende a erotização da infância como uma forma de prevenção ao preconceito, negando que a abordagem de temas sexuais com crianças seja uma forma de influenciá-las.
“A melhor maneira de construir uma sociedade sem preconceitos começa na infância. Nenhuma criança nasce preconceituosa: são os mais velhos que transmitem a intolerância como uma espécie de doença cultural que, depois, é muito mais difícil de curar. A educação é uma importante ferramenta de combate e transformação. Assim também é a literatura infantil, elemento fundamental para a formação de todos nós. Por isso, ela tem que ser diversa, como a vida mesma é, com gente de todas as cores e casais de todos os tipos e famílias tão diferentes como na realidade”, argumenta.
A produção dos livros recebeu verba do edital ProAC LGBT 2014, da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo. Inicialmente serão impressos 4 mil exemplares, que ficarão na rede de bibliotecas públicas estaduais e nas bibliotecas do Sesc São Paulo.
Os leitores do blog discordaram de Jean Wyllys e da proposta do livro: “Não creio que abordagem sobre orientação sexual na infância seja algo construtivo na infância. A criança não tem a capacidade de discernir sobre essas preferências, mesmo porque isso não faz parte do cotidiano delas. Será que não seria o caso de levar tais assuntos na adolescência da criança onde efetivamente se descobre sobre o sexo? Porquê antecipar isso? Qual criança na infância se preocupa com isso. No meu entender basta criar crianças dentro de preceitos de igualdade e fraternidade. Vamos deixar as crianças brincarem, estudarem e viver a vida, sem a interferência de pensamentos que no momento não são a realidade deles. Deixe-os amadurecer em sua própria sexualidade. A busca tem que partir deles próprios e não ser uma imposição de qualquer que seja o grupo”, comentou um internauta.
“Sim, ninguém nasce preconceituoso, mas crianças não têm ainda condições de entender conceitos sofisticados, inferir nem conhecer as diferenças entre o que é moral, imoral, certo, errado etc. Não se dá uma explicação longa e cheia de elementos contraditórios sobre sexo, por exemplo, a uma criança de 6 ou 7 anos. Tudo tem seu tempo e o amadurecimento deve ser espeitado”, ponderou outra leitora do blog, expressando descontentamento com a tentativa de doutrinação pró-homossexualidade desde a infância.

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