terça-feira, 8 de outubro de 2013

O Desafio do Político Evangélico

Entrevista Com Deputado Estadual Antonio Jácome
1º Como o meio Politico ver o povo evangélico?
 Primeiro são dois ângulos a considerar, o politico evangélico e o não evangélico, o politico evangélico já tem a sua identificação, ver o meio evangélico como deve ser visto, segue os preceitos bíblicos, é organizado. Os políticos não evangélicos não a essa organização, eles confundem as denominações, porém isso é natural eles não fazem parte do meio, mais eu percebo que a uma concentração bem maior dos políticos não evangélicos, pois seguimento evangélico é uma realidade crescente em todo país, os dados do IBGE apota para 25% da população brasileira, isso significa uma média de 40 milhões de evangélicos, então massa considerável dessa faz com que os políticos despertem o interesse de buscar apoios e ao mesmo tempo respeitarem pela expressão numérica.
2º Quais as maiores reivindicações do segmento evangélico ao poder publico?
 Esperamos que o poder publico, não elabore nenhuma lei que venha dificultar a evangelização, essa é a grande preocupação da liderança evangélica, pois cada vez mais as leis estão dificultando o acesso a divulgação e a propagação do evangelho, além disso o apoio natural  para os eventos, cruzadas, macha para Jesus, congressos etc.
3º Como o politico evangélico deve legislar tendo suas convicções de fé e do outro lado o estado laico?
Vale salientar que o estado laico é aquele não privilegia nenhuma crença ou religião, nós políticos evangélicos não queremos privilégios , mais queremos pelo menos um tratamento igualitário, e na prática isso não acontece, sabe-se que o estado se confundiu com a igreja, então hoje uma institucionalização do catolicismo, e ainda hoje pendura em algumas instancias, eu não tenho nada contra o catolicismo, mais nós evangélicos queremos um tratamento igualitário.
4º Pode se dizer que já acabou o preconceito das igrejas evangélicas quanto aos Políticos evangélicos? 
Não diria preconceito mais a ainda uma resistência por parte de muitos evangélicos conservadores que não aceita a presença evangélica na politica, isto é uma necessidade imprescindível e inadiável, pois como vamos resgatar o nosso direito do povo evangélico , se não tivermos uma presença forte e representativas nas diversas instancias de poder.
5º Os políticos Evangélicos são feito para legislar apenas para um segmento evangélico a que pertence ? como o senhor lhe dar com essa questão?
Quando se é candidato é apoiado pelo uma parte, seja que segmento for, industrial, comercial, religioso ou sindical, na aprovação de leis o deputado ele tende a favorecer a parte que ele familiariza mais, agora sempre lembrando que ele não pode legislar apenas para um segmento.
6º Como é os eu relacionamento com Pr. Martins Alves da Silva?
É o melhor possível, é um amigo desde da adolescência, minha amizade com Pastor Martins é desde da época de Santana do Mato, acerca de 30 anos atrás e graças a Deus essa amizade só cresce só amplia.
7º Como o senhor analisa o caso do Pr. Marco Feliciano?
O Pastor marco Feliciano tem estilo próprio ele é temperamental, é arrojados nas decisões, enquanto parlamentar ele tem se comportado bem, ele preside a comissão de direitos humanos e tem deixado suas opiniões pessoais de lado, porque presidente uma comissão e precisa ouvir todos os lados, ele tem sido um arbitro na hora da decisão, infelizmente tem sido achocalhado por meia dúzia de ativista que merecem o nosso respeito enquanto defensor de uma ideologia, tem o nosso repudio quando ultrapassa os limites da racionalidade da educação e do respeito.
8º o senhor tem planos para ser candidato a Dep. Federal?
Tenho sido estimulado pelo segmento por lideranças evangélicas e não evangélicas que ta na hora do nosso grupo assumi uma candidatura a Deputado federal, então estamos nos estruturando, ampliando o entendimento mais não chagamos ainda uma decisão definitiva, mais as coisas estão caminhando para isso, afinal presido um partido no RN, o PMN, esse partido assim como os demais precisa de deputados federias em Brasília, estamos sensíveis a esse apelo, estamos trabalhando nesse sentido
9º o senhor se considera a maior liderança politica evangélica do estado?
Nunca me considerei, e nem poderia me considerar nesse aspecto, não caberia a mim medir que é maior ou menor. Agora eu tenho sido pioneiro em algumas áreas, pois fui o primeiro deputado da minha igreja, fui o primeiro vice-governador evangélico do estado, nessa área eu tive a benção de Deus e o apoio do povo potiguar. O mandato tem me impulsionado a trabalhar, por isso estou 25 anos na vida publica, trabalhando tanto na capital como no interior, sempre com votação crescente e tendo respeito do povo.
10º O que o senhor espera da igreja evangélica na sucessão 2014?
Espero que vote com muita consciência, com muita responsabilidade, civilidade e compromisso, falam-se que índices de votos nulos e brancos serão mais do que os anteriores, mais gostaria de estimular a meus irmãos que precisamos votar, não em qualquer candidato e nem em qualquer pessoa, escolha seu candidato, analise a sua atuação politica e as suas propostas e vote com muita consciência, agora não anule seu voto.




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