“Estou conclamando a igreja do Senhor a posicionar-se. A coisa mais triste que tem é um crente frouxo, um crente cambaleante sobre as suas próprias pernas. Nós temos que chamar a igreja do Senhor a proclamar em alta voz que nós não podemos votar em quem defende o aborto, em quem defende o ataque à mulher por meio do desenvolvimento dessa ideologia que não tem nada a ver com homossexual, é um movimento político.”
“Quem é cristão não vota em partido contrário aos princípios bíblicos”
Tassos Lycurgo foi enfático ao afirmar que a fé cristã deve guiar a escolha política dos fiéis. Ele criticou a normalização de pautas que, segundo ele, estão em desacordo com a Bíblia e alertou sobre partidos que “festejam na cadeia” quando são eleitos:
Política
“Existe um espectro político no Brasil que quando é eleito tem festa na cadeia. Você tá entendendo como é? A cadeia parece que é final da Copa do Mundo. Ganhou. É festa na cadeia. Então, quem é cristão não vota nisso.”
O teólogo também criticou a divisão racial promovida por certas correntes políticas e fez referência ao apóstolo Paulo para defender a unidade em Cristo:
“Nós não podemos defender quem separa as pessoas em negro, branco, porque em Gálatas capítulo 3, verso 28, o apóstolo Paulo já disse: ‘Nem judeu, nem grego, escravo, nem livre, todos são um em Cristo Jesus.’ Não há diferença de índole que nos separe enquanto seres humanos unidos em Cristo Jesus.”
“A vida serve para refletir a luz da verdade”
O pastor afirmou que sua missão não é buscar cargos políticos, mas pregar a Palavra de Deus — papel que considera mais importante que o de senador ou deputado:
“Eu já faço uma função muito mais importante do que de senador, de deputado, que é pregar a palavra de Deus. Não tenho direcionamento do Senhor para me candidatar a nada. Tenho direcionamento para continuar falando o que é certo. Pode chover canivete, pode o sangue dar na canela, mas a gente tem que continuar dizendo que o homem tem que ser responsável pela sua família.”
Tassos Lycurgo também criticou a normalização da rebeldia entre jovens e o enfraquecimento da estrutura familiar:
“Uma vez uma pessoa chegou para mim e disse: ‘O senhor sabe, né, que meu menino tá naquela idade da rebeldia?’ Eu disse: ‘Oxe, que idade é essa?’ Tão normalizando até a rebeldia. Não existe idade da rebeldia.”
Ele concluiu com um chamado à igreja para que assuma seu papel profético em um mundo que, segundo ele, “celebra e premia a mentira”:
“A vida serve para quê? Para refletir a luz da verdade num mundo que está apenas aceitando a mentira, não apenas se regozijando na mentira, mas celebrando e premiando a mentira. A solução não está unicamente na política, está na família, está na igreja, está no dia a dia.”
Política
“Somos chamados para proclamar a luz nesse mundo em trevas, proclamar a verdade nesse mundo que se regozija na mentira, para que as gerações do futuro possam continuar refletindo a luz de Cristo.”
JM Notícias

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