Prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil Foto: Divulgação/Prefeitura de Belo Horizonte

Após o ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), liberar as celebrações religiosas presenciais em estados e municípios, o prefeito de Belo Horizonte (MG), Alexandre Kalil, disse que não irá cumprir a determinação.


De acordo com ele, o que “vale é o decreto do prefeito”.

– Em Belo Horizonte, acompanhamos o Plenário do Supremo Tribunal Federal. O que vale é o decreto do Prefeito. Estão proibidos os cultos e missas presenciais – destacou.


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