sábado, 1 de setembro de 2018

Material escolar não pode afrontar os princípios morais dos brasileiros, defende pastor

O pastor David Riker alertou os cristãos sobre os riscos que as crianças correm com possíveis materiais escolares no Brasil. Ele usou como exemplo o livro “Aparelho sexual e cia: um guia inusitado para crianças descoladas”, que foi citado e exposto pelo deputado federal Jair Bolsonaro em sabatina no Jornal Nacional.
No vídeo, o pastor esclarece que o Ministério da Educação (MEC) deve levar em consideração o fato do Brasil ser um país de maioria cristã e portanto, uma nação que tem princípios bíblicos em sua cultura.
Segundo Riker, o livro se trata “de um guia inusitado para crianças descoladas”. Ele diz: “Já temos um problema, o que seria uma criança ‘descolada’? Uma criança que está na agenda, rumo à revolução da agenda de desconstrução da família tradicional judaico-cristã? Será que é isso?”, questionou.
“A primeira contradição do livro diz, no índice de catálogo, que é um livro para adolescentes, mas na capa disse que é para crianças. Se o MEC admite a existência do tal do kit gay, que na verdade foi um apelido dado a um conjunto de materiais que havia sido indicado como bibliografia para as escolas do Brasil, era melhor fechar”, pontuou.
O pastor diz que o MEC “certamente tinha uma agenda ideológica que, em muitos aspectos, confronta a ética dos princípios morais do povo brasileiro — que para o desespero de muitos intelectuais de esquerda, é em sua maioria conservador e cristão. Não tem jeito, a nação em sua predominância é cristã”.
David observa que o livro apresenta um menino estereotipado, “pra frente” e objetificando o corpo feminino. “Ele está sempre olhando para a bunda das mulheres, deveria ser considerado muito opressor, mas não porque a educação brasileira é ‘paulofreireana’. Ele (educador Paulo Freire) pensa a educação como uma formação de cidadãos engajados politicamente”, explicou.
O pastor ainda afirma que para a educação de Paulo Freire, quando se fala sexualidade, é preciso sempre “empoderar as minorias e desconstruir a heteronormatividade”. Ele explica que essa questão têm laços com Michel Foucault, filósofo e professor.
“A norma não existe, pois como Foucault ensinou, é tudo um complô dos conservadores judaico-cristãos que querem controlar os nossos corpos, nos oprimir dizendo que a humanidade é hétero-dependente. Depende de um homem e de uma mulher”, criticou.
“Muito embora devemos respeitar os homossexuais, transexuais, não tem como esconder o fato de que somos se uma espécie que depende de um homem tradicional e de uma mulher e que homem e mulher são diferentes”, ressaltou David sobre a perpetuação da espécie humana.
Fonte: Guia-me

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