sábado, 24 de março de 2018

“Seguimos os princípios da família e da bíblia”, diz esposa de presidenciável



A gaúcha Anna Cláudia Klein Rocha e o recifense Flávio Rocha se conheceram em 1989, em Brasília, durante um desfile da marca de jeans Zoomp. Anna morava em São Paulo, onde trabalhava como modelo e Flávio, à época, terminava o primeiro mandato como deputado federal. Quem fez a ponte entre os dois foi uma ex-namorada de Flávio, a também modelo à época Deborah Franco. Trocaram contatos e, em uma das idas do empresário à capital paulista, se conheceram melhor e começaram a namorar. No fim do ano seguinte, casaram-se em um igreja evangélica, já que Anna teve uma criação na igreja luterana. Juntos desde então, tiveram três filhos: Flávio, de 26 anos, Fernando, de 25 anos, e Fabrício, de 22. Unidos pelo amor romântico e em Cristo (Flávio se converteu à igreja Sara Nossa Terra, motivado por Anna), Anna diz que estaria ao lado do marido se, de fato, ele se candidatar à Presidência. “(…) estou ao lado dele há 28 anos e não vai ser nessa hora que vou falar “agora não”, né?”, afirmou, em entrevista à ÉPOCA.


A gaúcha, nascida em Rolante, Vale do Paranhana, e criada em Novo Hamburgo, diz que tem divulgado o Brasil 200, movimento político fundado por Rocha, em suas redes sociais, e motivado amigos a fazer o mesmo. Acredita que o intuito de Rocha com a plataforma é motivado pela “vontade de reconstruir o Brasil”.

Formada em moda e gemologia, Anna também fala sobre a espiritualidade do casal, que, como evangélico, “segue os preceitos da Bíblia”. “Na Bíblia fala que a palavra de Deus é o alimento e a gente precisa também desse alimento para o nosso lado espiritual. Vamos à igreja e voltamos revigorados.” Confira o bate-papo.

ÉPOCA – Na sua percepção, qual o objetivo do seu marido na promoção do Brasil 200?
Anna Cláudia Klein Rocha – O intuito do Flávio na divulgação do movimento, com essas viagens, percorrendo os estados, estando com empresários, é a vontade de reconstruir o Brasil. E isso eu apoio ele 100%. A gente tem divulgado bastante o Brasil 200. Eu divulguei nas minhas mídias sociais e tenho pedido para os meus amigos divulgarem, porque é importante as pessoas saberem o que está acontecendo, o que vem por aí. Como queremos o país para os nossos filhos. Eu apoio ele nessas ideias.


ÉPOCA: Mas, no fundo, o que ele quer mesmo não é ser presidente do Brasil?
Anna: Ele nunca conversou comigo sobre esse assunto [de se candidatar à Presidência]. Isso não foi levado em consideração na minha casa. Mas eu estou ao lado dele há 28 anos e não vai ser nessa hora que vou falar “agora não”, né?

ÉPOCA – Com essa agenda repleta de viagens, vocês estão conseguindo se encontrar?
Anna – Cheguei de viagem esta semana [de Milão], e ele já tinha saído. Acho que o verei só amanhã de manhã. Mas creio que esta fase será um período curto, para divulgar essa ideia, de reconstrução do Brasil, de novos tópicos, novos tempos, essas coisas todas que estão querendo divulgar. Isso passa. Como é um ano de eleição, realmente temos que pensar muito bem em quem a gente vai votar para a gente não cometer os mesmos erros do passado. De qualquer forma, pode servir de inspiração para quem for candidato.

ÉPOCA: Como foi sua formação religiosa e como você inspirou o Flávio?
Anna: A minha origem religiosa é da Igreja Luterana. Nasci em Rolante e fui criada em uma família evangélica em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul. Ia aos cultos na escola dominical. Casei na igreja evangélica. Quando vim para a São Paulo, depois de um tempos, conhecemos o bispo Rodovalho e a bispa Lúcia, os fundadores da Sara Nossa Terra. Somos muito amigos deles. A gente se aproximou em São Paulo, a partir de 2003, mas já os conhecia desde 1994, quando morávamos em Brasília. Eles são bem amigos de um casal de amigos nossos [Paulo Octávio e Anna Kubitschek]. Antes de 2003, frequentava igreja Luterana. A gente também ia às vezes à missa. Mas quando mudamos para São Paulo, em 1996, na volta de uma temporada em Boston, nos Estados Unidos, ficamos sem um lugar que nos sentíssemos acolhidos. E aí começamos a frequentar a Saara Nossa Terra.

ÉPOCA – Vocês costumam frequentar qual igreja e com que frequência?
Anna – A Sara tem mais de mil igrejas. Em São Paulo, tem na rua Augusta, em Perdizes, em vários locais. Não frequentamos só uma igreja. Vamos onde estivermos no Brasil e, quando, fora do Brasil, vamos a uma igreja local. Eu até já fui na igreja da Coreia do Sul. Adoro visitar igrejas diferentes. Mas vou mais na rua Augusta, geralmente aos domingos de manhã. O Flávio me acompanha. Ele é uma pessoa que tem muita fé, e a gente segue os princípios voltados para a família e para a Bíblia. Vamos toda semana, aqui em São Paulo. Para mim é bem importante, sabe? Realmente me sinto bem próxima de Deus naquele lugar. E para mim é maravilhoso ter uma palavra nova, um direcionamento novo da Bíblia. Porque a cada semana o pastor fala uma passagem da Bíblia, você faz oração, e recebe algo de novo. Na Bíblia fala que a palavra de Deus é o alimento, e a gente precisa também desse alimento para o nosso lado espiritual. Vamos à igreja e voltamos revigorados. O Fernando, nosso filho, casou na igreja evangélica ano passado. Quem celebrou a cerimônia foi o bispo Rodovalho.

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