quarta-feira, 19 de julho de 2017

Descalvinando a Calvinistada Incalvinistamente - Por Marlon Araújo



O Calvinismo limita a graça de Deus, e fazendo isso, ele limita o seu amor. No Calvinismo Deus poderia salvar todas as pessoas, mas ele escolhe não salvar. Antes, ele abandona algumas para que elas encarem a condenação. Esta é a limitação de sua graça, que nenhum calvinista pode contestar.

Por que Deus permite que algumas pessoas sejam condenadas? Os calvinistas, desde o próprio João Calvino até John Piper atualmente, vem dando uma razão que eles creem estar expresso em Rm.9.22-23.

De acordo com os calvinistas, isto significa que a razão para Deus escolher condenar algumas pessoas é que isso resulta num brilho mais pleno de sua glória, e a glória de Deus é a suprema preocupação de Deus. Escolhendo enviar algumas criaturas às mais assustadoras punições eternas, Deus manifesta sua ira, justiça e seu ódio eterno do pecado. E escolhendo outros para a graça, Deus manifesta sua bondade, misericórdia e amor permanente.

Assim, estes dois resultados bem diferentes fornecem ocasião para Deus demonstrar mais de seus atributos ao mesmo tempo, o que faz com que ele pareça mais glorioso às suas criaturas. Isso ilustra o que os psicólogos chamam de “efeito contraste”, por meio do qual a experiência de uma pessoa de um resultado particular é intensificado pelo contraste com um outro resultado. (Por exemplo, você aprecia a sua casa muito mais depois de ver a casa do seu vizinho ser destruída em um tornado. Você aprecia o seu sanduíche de presunto mais depois de visitar um campo de refugiados famintos.)

Então, de acordo com o calvinista, aqueles que Deus salva têm uma compreensão mais completa de sua graça em virtude da condenação de outros. Não é que a condenação dos outros seja boa em si mesma, mas é um bem de segunda ordem para servir a uma assimilação mais plena da glória de Deus.

Neste cenário, os perdidos são como um peru de Natal. Ninguém, exceto um sádico, acha que matar o peru seja uma coisa boa em si mesma. Mas a sua morte é um bem de segunda ordem a fim de que possamos desfrutar a carne no jantar de Natal. Similarmente, a condenação não é em si mesma uma coisa boa. Mas é um bem de segunda ordem pela satisfação que a condenação dos perdidos proporciona aos escolhidos de Deus.

O Teólogo Calvinista Católico Reformado Papa Nicolau Reverendo Augusto Nicodemos, foi durante 10 anos Chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie em São Paulo. Universidade essa que é Marxista, Ateísta, Comunista, Abortista; que tem Professores que Apoia o Casamento Gay e Ideologia de Gênero. Nicodemos Durante esses 10 anos nunca questionou essa faculdade Satanista; mais quando se Trata das Igrejas AD esse Papa Nicolau quer Questionar! Quem está levando os Crentes da AD á duvida dos Dons Espirituais, é esse Católico Reformado, na qual Pastores Inocentes, convida Calvinistas nada Inocentes para Pregar nos nossos Púlpitos. Não gosto dele! Prefiro o Hernandes Dias Lopes.

É preciso ser muito Analfabeto Funcional para não entender que a doutrina da Predestinação contradiz com a da Salvação pela Fé; porque se o sujeito está Predestinado á Salvação, a Fé não pode ser causa da Salvação, já que é só um sinal subjetivo e tardio de uma salvação já dada anteriormente.

Por mais que eu tento (e eu tento), não posso pensar em Deus dessa forma. E se eu fui escolhido e meu filho condenado, em parte para que eu pudesse ter um prazer maior na glória de Deus? Então se o Calvinista é Calvinista, porque Deus Predestinou ele a ser Calvinista; O Arminiano é Arminiano porque ele Escolheu ser Arminiano, Pronto Resolvido! E Ponto Final!

2 comentários:

  1. Hernandes dias Lopes crê nas mesmas coisas e da mesma forma que Augustus Nicodemos. A diferença é o primeiro fala menos de assuntos polêmicos.

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