domingo, 16 de julho de 2017

Cristofobia mata 100 mil cristãos por ano, mas a mídia se cala diante disso



Apesar do assunto ser pouco discutido e noticiado pela mídia, os cristãos são o grupo mais perseguido do mundo. Há uma lista de cinquenta países onde cerca de 215 milhões de cristãos são perseguidos e até mortos por conta de sua fé.


Os cinquenta países que inclui esta lista, são: Afeganistão, Arábia Saudita, Argélia, Bahrein, Bangladesh, Brunei, Butão, Catar, Cazaquistão, China, Colômbia, Comores, Coréia do Norte, Djibuti, Egito, Emirados Árabes Unidos, Eritreia, Etiópia, Iêmen, Índia, Indonésia, Irã, Iraque, Jordânia, Kuwait, Laos, Líbia, Malásia, Maldivas, Mali, Mauritânia, México, Mianmar, Nigéria, Omã, Paquistão, Quênia, República Centro-Africana, Síria, Somália, Sri Lanka, Sudão, Tadjiquistão, Tanzânia, Territórios Palestinos, Tunísia, Turcomenistão, Turquia, Uzbequistão e Vietnã.

A cristofobia, que é a aversão a Cristo e aos seguidores de Cristo, mata cerca de 100 mil cristãos por ano. Este número não inclui cristãos que morrem por doenças, em acidentes, em tragedias ou coisas do tipo. Os 100 mil cristãos são mortos pelo simples fato de serem cristãos.


Infelizmente, apesar deste ser um caso lamentável, em que pessoas estão sendo perseguidas, torturadas e mortas por conta de sua fé, a imprensa e a Igreja Católica, como instituição, estão completamente omissas sobre o assunto.

Muito se é falado sobre a islamofobia, esquecendo-se que os países onde a Sharia é aplicada (Lei Islâmica) são onde os cristãos são perseguidos de forma mais intensa e mortos das maneiras mais cruéis. Enquanto as perseguições aos islâmicos, como as charges feitas por Charlie Hebdo, nada tem ver com os cristãos, que inclusive também são alvos das críticas.

Para quem não sabe, a Sharia é um conjunto de leis islâmicas baseadas no Alcorão, que é o livro sagrado do Islã. Nos países que possuem a Sharia, os cristãos não são livres para falar sobre o cristianismo e nem fazer doações de Bíblias. Nestes países, não há igualdade entre as pessoas de religiões distintas (um não-muçulmano, conhecido como Kafir, não é igual a um muçulmano), as leis de proteção são dualistas e não protegem os islâmicos e os não-islâmicos de igual forma, entre várias outras coisas que oprimem os cristãos.

Devido ao Jihad (guerra santa muçulmana), cerca de 60 milhões de cristãos foram mortos nos últimos 1400 anos. Além dos cristãos, morreram também 80 milhões de hindus, 10 milhões de budistas e 120 milhos de africanos, dando um total de 270 milhões de mortes que são conhecidas como lágrimas de jihad.

No ano de 2003, em Darfur, que fica localizado no Sudão, foram estimados 400 mil mortes por milícias islâmicas.

Mas, mesmo com tantos dados que comprovam a cristofobia, a mídia demonstra não estar nenhum pouco preocupada com isso. (BlastingNews)

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