quinta-feira, 27 de abril de 2017

43a. AGO da CGADB em São Paulo é suspensa precocemente sem Posse da Diretoria



A 43a. AGO da CGADB em São Paulo é suspensa precocemente sem Posse da Diretoria e do Conselho Fiscal, na manhã desta quinta-feira - 27.04.2017, ao final da terceira sessão.


Além dos relatórios apresentados para aprovação na sessão de ontem, o assunto de maior relevância das sessões que aconteceram, foi a aprovação da Confissão de Fé das Assembleias de Deus no Brasil, um importante marco para uma denominação centenária.

Outro ponto relevante que deve ser destacado, foi a impecável organização que, apesar do belo templo da AD Belenzinho estar em fase de acabamento, hospedou com conforto e desenvoltura em todos os sentidos.


O agravo de instrumento impetrado pela instituição no sentido de conseguir concretizar a posse da Diretoria e do Conselho Fiscal, cuja eleição já havia sido anulada e a posse proibida pela Justiça, e negado ontem pelo Juiz Thomaz de Souza e Melo, titular da da 1ª Vara Civil do Rio de Janeiro, foi um divisor de águas que, aparentemente afetou muito a principal motivação do evento, numa AGO pouco cooperada, onde dos 7.000 ministros esperados, em plenário não se verificou em qualquer momento, mais do que 1.700 presentes.

O responsável pelo Juízo acima citado, resolveu a alegação do possível vácuo jurídico suscitado pelo instrumento, prorrogando o mandato da Diretoria atual e respectivos conselhos até a realização da nova eleição, a qual deverá ser realizada em data a definida pela Justiça na próxima semana, precisamente dia 04 de Maio, quinta-feira, em reunião convocada por aquele magistrado no Fórum de Madureira no Rio de Janeiro, com todas as partes envolvidas, inclusive com a empresa Scytl Soluções de Segurança e Voto Eletrônico LTDA.

O clima de descontentamento e manifestação de desagravo por parte de alguns, devem ser visto como reação natural de uma grande festa programada, em cima de um alicerce inconsistente previamente já sabido por todos, mas ignorado por quem entendia de maneira diferente, sabe-se lá por qual motivação, uma vez que a justiça se pronunciou em cima de provas consistentes e por vários magistrados de comarcas diferentes e referendadas pelo Juízo de Madureira no Rio de Janeiro, nomeado pelo Superior Tribunal de Justiça como Juízo prevento, a pedido da própria CGADB.

A posse da Diretoria e do Conselho Fiscal à revelia das determinações judiciais, seria uma verdadeira aventura jurídica que só consolidaria o já traumático processo eivado de vícios devidamente destacados, além das desobediências às decisões judiciais já verificadas anteriormente.

Alguns convencionais naturalmente reclamaram da suspensão antecipada da 43a. AGO, mas a mesma foi uma propositura do Dr. Abiezer Apolinário - Presidente do Conselho Jurídico da CGADB, colocada em apreciação pelo Presidente, Pr. José Wellington Bezerra da Costa e aprovada por maioria absoluta dos cerca de 700 ministros ainda presentes no plenário.

Vale ressaltar que a Justiça anulou a eleição e proibiu apenas a Posse da Diretoria e Conselho Fiscal, sem se manifestar sôbre a AGO, que poderia ter transcorrido normalmente até o seu término como progamado.

Assim se manifestou o pastor Wellington Rocha de Goiás pelo whatssApp.





Agora é aguardar a decisão da Justiça na próxima semana, para a nova data da eleição e demais providências.


Se não se justifica ações judiciais em questões internas, antes disso também não se justifica atitudes que as obriguem como única saída para a realização da justiça, após esgotadas todas tentativas através de recursos administrativos dentro da própria instituição.


Em acontecendo a nova eleição com isonomia, transparência e dentro das normas e regras estabelecidas, que vença quem obtiver o maior número de votos.


Em que pese a suspensão da AGO, foi efetuado o convite para o culto de despedida do atual Presidente José Wellington Bezerra da Costa e sua esposa irmã Vanda Freire da Costa, atual presidente da UNEMAD - União das esposas de ministros das Assembleias de Deus.


Oremos pela CGADB, oremos pelas Assembleias de Deus.


Abaixo a última decisão Judicial sôbre o assunto:
Veja legivelmente no JM Notícia





POINT RHEMA

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